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PR1 - ROTA DOS ABUTRES

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Registration: PR1 - ROTA DOS ABUTRES

Travel Forms: Walking Bicycle Horse

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Distance Distance: 10,5 Km

Estimated time Estimated time: 3 a 4h

Description:

O percurso pedestre “Na Rota dos Abutres” inicia-se junto á igreja Matriz de Salvaterra do Extremo, rumando ao antigo posto da guarda fiscal ( Caseta, como aqui é conhecido ) pelo caminho (quelha) que lhe dá acesso. Junto a esta Caseta existe um observatório de aves do qual se avista o “Castilho de Peñafiel”, logo ali em território da Extremadura Espanhola. É neste local que nidifica e tem o seu habitat uma importante colónia de grifos (abutres).
O percurso prossegue até à Fonte Ribeira , junto ao rio Erges, podendo observar-se também, antigas azenhas, o leito apertado do rio formando rápidos e duas antigas fontes, que davam de beber à população local nas alturas mais secas do ano.
Agora o percurso prossegue para Norte, por um pequeno trilho, ao longo do rio, chegando a um local onde termina uma estrada de asfalto e onde outrora existiu um açude. Estamos no Vale da Idanha, ponto de confluência da ribeira de Arades com rio Erges.
Daqui ruma para Noroeste, para os Currais da Arveóla (Alveóla)e depois para Vale das Eiras, onde existe um antigo campo de futebol.
Ruma-se à esquerda pela estrada de asfalto, que se percorre durante 800 metros, voltando a entrará direita, num caminho muito antigo, entre-muros.
Depois de um pequeno troço de asfalto pela estrada de Segura, toma-se à esquerda a “Quelha de Segura”, caminho empedrado de que somente resta um troço de 1500 metros até Salvaterra.
No interior da aldeia percorre ruas antigas e estreitas, passa no pelourinho e termina no Largo do Adro da Igreja, onde começou.
Situada nos confins orientais do concelho de Idanha-a-Nova, Salvaterra do Extremo, outrora Salvaterra da Beira, é actualmente uma modesta aldeia raiana com uma história e um património muito interessantes.
As origens da povoação remontam com segurança aos inícios do século XIII. Em 1229 recebe foral de D .Sancho II. A assinatura do tratado de Alcanices, em 1297, define a fronteira Luso-Castelhana. É neste contexto que Salvaterra do Extremo assume
Importância estratégica. Por iniciativa régia, é então construído um castelo bem defendido por torres e munido de forte torre de menagem. A vila cresce extramuros, de costas voltadas para Castela, descendo pela encosta poente da elevação onde o castelo foi erigido.
No quadro da guerra da Restauração é dotada de uma fortificação abaluartada. O castelo medieval é parcialmente mantido, mas rodeado por novos muros, a cidadela. A vila é abraçada pela nova fortificação, a Praça. As muralhas foram desmanteladas após as guerras Peninsulares, restando hoje apenas pequenos entre o casario.
No seu interior destacam-se a Igreja Matriz, com um belo altar de talha dourada, e capela da Misericórdia. São igualmente de interesse alguns exemplos de arquitectura popular.
No topo da rua que parte da Misericórdia fica o largo da Praça. Aqui esta a antiga Casa da Câmara – Salvaterra foi sede de concelho até 1855- e defronte desta o pelourinho do século XVI.
Da porta do Adro, uma das duas da fortaleza, junto da igreja matriz, partia a estrada para Castelo Branco e Penamacor; um
pouco mais abaixo, no sopé da encosta , na Devessa, encontra-se um belo chafariz, construído em meados do século XVIII, no local designado por Senhor da Pedra. Este juntamente com outros, como o poço de S. João, serviam a povoação de agua potável
No lado contrário, partia do castelo um velho caminho para Espanha. O rio Erges traça a linha de fronteira que o abandonado castelo de Peñafiel, na outra margem, afrontando Salvaterra do Extremo, atestam simbolicamente.
Do ponto de vista natural, as paisagens reflectem a simplicidade natural da Beira Baixa, onde um clima tipicamente mediterrâneo (verões quentes e Invernos frios), nos faz sentir e imaginar a dificuldade daqueles que ainda hoje trabalham as terras e pastoreiam o gado. Na Primavera o amarelo e o branco das giestas, contracenam com as cores vivas do rosmaninho, Planta que aliás, marca a flora da região, apresentando-se como um símbolo. Os montados de azinho e os olivais tradicionais são outro elemento chave e constante nestas paisagens.
Na geologia de Salvaterra do Extremo, sobressair o granito, e as escarpas fluviais associadas aos muitos afloramentos rochosos que escondem uma flora muito diversificada e uma fauna onde as aves são um elemento chave.
Grifos (Gyps fulvus), Abutre negro (Aegypius monachus), Abutre do Egipto (Neophron percnopterus), Águia de Boneli (Hieraaetus fasciatus), Águia Cobreira (Circaetus gallicus), Cegonha negra (Ciconia Nigra), Guarda rios (Alcedo atthis), são apenas algumas das muitas aves que podemos observar no “Observatório da Caseta”, e ao longo do percurso que serpenteia as margens do rio Erges.

Half MIDE: The medium is not free from risks

Itinerary MIDE: Paths or signaling that indicates continuity

MIDE displacement: Walking in staggered footpaths or irregular terrains