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Concelho de Nisa - TRILHOS DO MOINHO BRANCO PR 8

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Registro: •Concelho de Nisa - TRILHOS DO MOINHO BRANCO PR 8

Formas del recorrido: Caminando

  • Enero amarillo
  • Febreroamarillo
  • Marzoverde
  • Abrilverde
  • Mayoverde
  • Junioverde
  • Julioamarillo
  • Agostoamarillo
  • Septiembreamarillo
  • Octubreamarillo
  • Noviembreamarillo
  • Diciembreamarillo
  • Óptima: verde
  • Media: amarillo
  • Mala: rojo

Distancia Distancia: 14 km

Tiempo estimado Tiempo estimado: 4h00

Tipo ruta Tipo ruta: Circular

Descripción:

Nisa> EN 359> Montalvão
O percurso inicia-se em Montalvão, povoação rural e pitoresca, rodeada pelos rios Tejo e Sever, que se destaca no alto de um monte. Entretanto por um pórtico quinhentista, visite as ruínas do castelo, outrora importante ponto defensivo, de onde se contempla as paisagens alentejana, beirã e espanhola. Percorra as ruas da antiga vila, apreciando as casas caiadas de branco, com rodapés azuis e amarelos, bem como as igrejas matriz e da Misericórdia, o pelourinho manuelino e as capelas de S. Pedro e do Espírito Santo. Na santa casa dói Povo conheça alguns instrumentos ligados ao linho, noutros tempos importante actividade económica da povoação.
Siga a estrada que o leva até às íngremes encostas do rio Sever, numa descida por trilhos de pé posto. Ao atravessar o Alto da Pobreza, passando pela Tapada da Queijeira e pelo Chafariz de Palos, aprecie a magnifica vista sobre os montes em redor e a foz da ribeira de São João. Já junto à margem, avance até à azenha do Moinho Branco, local ideal para merendar ou descansar, refrescando-se primeiro na mina da Lagartixa.
Percorra os caminhos da terra e pedra, em declives acentuados, com Espanha sempre do outro lado do Sever, que nasce na encosta norte da serra de São Mamede e desagua no Tejo, servindo de fronteira entre Portugal e Espanha em três quartos do percurso. Repare nas construções tradicionais em xisto, muitas em ruína, servindo hoje de abrigo aos pescadores. Nesta área esculpida pelos cursos de água, as margens enchem-se de freixos, choupos e junco, e nos caminhos abundam a esteva, a giesta, o medronheiro e o zambujeiro. O veado, o javali, a coruja, a garça-real, a cegonha-negra, o melro, a perdiz e o pato-bravo são algumas das espécies animais que por ali se avistam. Num dos muitos pegos é possível pescar o barbo, a carpa ou o achigã. Os solos fracos e secos junto à foz do Sever testemunham a sua anterior utilização na pastorícia, enquanto que nos montes em redor restam as azinheiras e os sobreiros. Repare nas lajes polidas dos paredões e nas lascas grossas de xisto que terminam nas encostas do rio, em cujo leito sobressaem as marmitas de gigantes. Ao abandonar a margem, o caminho conduz-nos ao pontão da Ribeira do Lapão, rodeado de pequenos montes com oliveiras em sulcos e situado junto ao Retiro do Pescador.
No regresso a Montalvão, a subida é feita pela eira do Ferreira. Interrompa o trajecto e descubra uma anta junto à estrada que liga Montalvão a Cedillo, já que na zona são comuns os pequenos sepulcros megalíticos, terminando a escapadinha com uma visita à ermida de Nª Sr.ª dos Remédios. Já em Montalvão, procure nos cafés e nas tabernas as sopas de peixe e petiscos de javali, e leve algum artesanato local, como os trabalhos em madeira e ferro.

«Retiro do pescador»
Siga até ao retiro do pescador, onde no Outono os medronhos criam um tapete vermelho. Passe entre dois muros de xisto e repare nas pedras alinhadas lado a lado. Mais acima, encontrará um patamar com excelente vista sobre o rio Sever.

Pontão da ribeira do Lapão
Para além das casas e dos muros, na arquitectura tradicional da zona destaca-se o pontão da ribeira do lapão, totalmente construído em xisto, e cujas pedras encaixadas lado a lado parecem desafiar a gravidade, lembrando as grossas lascas das encostas. No leito do Sever podem ver-se as marmitas de gigante, onde a pedra, em conjunto com a acção da água, foi sendo lentamente escavada por pequenos seixos roliços.

Monte da Pobreza
Ainda com Montalvão no horizonte, atravesse este local ligeiramente sobrelevado, palmilhando a estrada que segue em direcção às encostas inclinadas do Sever e que passa junto à Tapada da Queijeira e ao lado do Chafariz de Palos. Nesta zona erma, outrora coberta de searas de trigo, azinheiras e sobreiros dispersos, e que oferecia pasto a vacas e ovelhas, pode apreciar a magnifica vista sobre a foz da ribeira de São João, bem como contemplar a panorâmica sobre as margens do rio, que serve de fronteira entre Espanha e Portugal.

ASPECTOS de INTERESSE

CHAFARIZ DE PALOS: Situado na Tapada da Queijeira, bem perto da ribeira do Lapão, esta fonte de bica, com chafariz à volta, pode ser alcançada a partir de estrada que nos leva até às íngremes encostas do rio Sever, atravessando o Alto da Pobreza através de trilhos outrora percorridos por camponeses e contrabandistas.
O Chafariz de Palos está localizado nos arredores de Montalvão, em montes despovoados e que em outros tempos se enchiam de cereais. Hoje, restam apenas as azinheiras e os sobreiros, mas permanece uma panorâmica privilegiada sobre as margens do Sever.
ABRIGOS EM XISTO: Ao longo das encostas do vale do Sever encontram-se algumas construções tradicionais, antigamente destinadas a albergar os lavradores que por ali trabalhavam, quando estes eram surpreendidos pela chuva ou pelo o sol abrasador, e que hoje servem apenas de refugio temporário a pescadores.
São pequenos abrigos rochosos artificiais, de aspecto tosco, construídos com lajes de xisto irregulares e sobrepostas, seguindo o declive do terreno ou aproveitando a disposição natural das rochas. Estas estruturas, formadas por paredes baixas e por uma entrada ampla, são encimadas por uma cobertura lajeada.

FAUNA E FLORA em destaque

VEADO: É o maior cervídeo da fauna portuguesa, pesando entre 100 e 200 quilos. Herbívoro de pelagem castanha avermelhada, vive em bosques e matagais, alimentando-se de folhas de carvalho, sobreiro e azinheira e de bolotas, castanhas e azeitonas.

MEDRONHEIRO: Arbusto dos matagais e montados, conhecido pela aguardente feita com os seus frutos avermelhados, que florescem e amadurecem no Outono. Com os taninos das folhas e a casca curtem-se peles e curam-se diarreias e infecções urinárias.

MIDE Medio: El medio no está exento de riesgos

MIDE Itinerario: Caminos y cruces bien definidos

Mide desplazamiento: Mucha superficie lisa