Map route

MIRADOR DE NEGRALES

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Registo: SL-CC 137

Formas de viagem : A pé

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  • Óptima: verde
  • Media: amarela
  • Mala: vermelho

Distância Distância: 7,8 KM

Altura máxima Altura máxima: 268,3 m

Altura mínima Altura mínima: 152,9 m

Inclinação positiva (ida) Inclinação positiva (ida): 103,3 m

Diferença negativa (volta) Diferença negativa (volta): 147,6 m

Tempo previsto Tempo previsto: 2 horas y 10 minutos

Rota Tipo Rota Tipo: Ida e volta

Descrição:

O percurso parte de Herrera de Alcántara, para dirigir-se ao miradouro de Negrales, depois de passar o arroio com o mesmo nome, pelo caminho do Puerto Viejo. É um percurso cómodo, que percorre um caminho largo e em bom estado, além de ser um trajecto relativamente curto, embora se encontrem alguns declives um pouco pronunciados, como o início da subida ao miradouro.

É interessante no que toca á sua paisagem, pois as vistas panorâmicas do rio Tejo e as suas margens espanhola e portuguesa, desde o miradouro, assim como as que nos brindam os meandros do arroio Negrales, são impressionantes. Além disto, decorre por zonas de muita vegetação, ao passar em grande medida pela orla, com abundante presença de azinheiras (Quercus ilex subsp. ballota), esteva (Cistus ladanifer) e tojo (Genista hirsuta) nas zonas de sol, e pereira-brava (Pyrus bourgaeana), carvalho-cerquinho (Quercus faginea), urze-branca (Erica lusitanica) ou folhado (Viburnum tinus) nas zonas sombrias. São, inclusive, facilmente observáveis algumas espécies de orquídeas durante a Primavera, como a Orchis morio. No que se refere à fauna, destaca-se a presença da lontra (Lutra lutra), e, como no resto dos percursos do Parque Natural, oferece a oportunidade de avistar grandes rapinas como a águia-cobreira (Circaetus gallicus), o abutre-do-Egipto (Aegypius monachus) ou a águia-de-Bonelli (Hieraaetus fasciatus), além da elegante cegonha preta (Ciconia nigra), numerosas espécies de aves florestais, como a pega-azul (Cyanopica cyanus) e, nos afloramentos rochosos, o escasso melro-azul (Monticola solitarius).

Como curiosidade, esta zona alberga uma grande diversidade de borboletas: a borboleta-limão (Gonepteryx rhamni), a borboleta-cleopatra (Gonepteryx cleopatra), a borboleta-carnaval (Zerynthia rumina) ou a borboleta do medronheiro (Charaxes jasius), entre outras.

Meio MIDE: O meio não está isento de riscos

Itinerário MIDE: Caminhos e cruzamentos bem definidos

MIDE displacement: Muita superfície lisa