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PR2 - ROTA DA EGITÂNEA

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Registo: PR2 - ROTA DA EGITÂNEA

Formas de viagem : A pé Bicicleta Cavalo

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Distância Distância: 8,5 km (17 km ida e volta)

Tempo previsto Tempo previsto: 2 a 3h

Rota Tipo Rota Tipo: Ida e volta

Descrição:

Este percurso pedestre inicia-se no parque de campismo de Idanha seguindo para norte ao longo de uma vedação que delimita a barragem.
Depois de atravessar a ribeira das fragas por um passadiço de madeira, atravessa de seguida um muro por outro passadiço, este em escadote e, subindo entre azinheiras, atinge um ponto alto onde existem umas ruínas.
Inicia-se uma suave descida em direcção à margem da barragem. Antes de ali chegar, junto a um poço com uma velha nora, toma-se o caminho da direita que conduz directamente até Idanha-a-Velha, por entre cercas onde pastam pachorrentas manadas de bovinos.
Termina junto à escola primária.
O regresso faz-se pelo mesmo caminho pelo que, para ida e volta, temos que contar com 17km.
Este PR pode servir como variante ao GR12-E7 “Rota de Idanha”.

Idanha-a-Velha, Pequena aldeia do concelho de Idanha-a-Nova, de casario granítico e ambiente pitoresco pelo notável conjunto de ruínas que conserva, ocupa um lugar de realce no contexto das estações arqueológicas do País.

Ergue-se num espaço onde outrora existiu uma cidade de fundação romana (séc. I a.C.), Chamada Civitas Igaeditanorum tendo sido, mais tarde, município romano.

Uma inscrição datada do ano 16 A.C. onde consta que Quintus Lallius, cidadão de Emerita Agusta (Mérida) deu de boa vontade núcleo urbano nesse momento cronológico.
Em 105 a povoação aparece referida numa inscrição da monumental ponte de Alcântara –importante obra de engenharia romana como um dos municípios que contribuíram para a sua construção.
Diversos vestígios evidenciam, ainda hoje, essa permanência civilizacional: a ponte de quatro vãos, de origem romana, sobre o rio Ponsul; o podium de um templo dedicado à Deusa Vénus (?) no qual assenta a Torre dos Templários; os arcos das portas Norte e Sul e respectiva muralha; um conjunto excepcional de Lápides funerárias e variado espólio disperso, especialmente de cerâmica.
Arrasada pelos Bárbaros invasores, por volta do séc. V, a povoação conheceu no período visigótico, sob o nome de Egitânea momentos áureos de desenvolvimento tendo sido sede de diocese desde 599 e centro de cunhagem de moeda em ouro (trientes). São testemunhos materiais desse periodo o Baptistério, ruínas anexas do palácio dos Bispos e a Catedral, esta com profundas alterações arquitectónicas posteriores. Os Árabes, em 713, arrasaram-na. Tomada por D. Afonso III. Rei de Leão, durante a reconquista, Fazia já parte integrante do Condado Portucalense Aquando da fundação de Portugal.
Mais tarde D. Afonso Henriques Entregou-a aos Templários. Em 1229 D. Sancho II deu-lhe foral.
D. Dinis inclui-a na Ordem de Cristo-1319; seguindo-se outras tentativas de repovoamento. D. Manuel I, em 1510 institui-lhe novo foral de que o pelourinho ainda é testemunho.
Em 1762 figurava como vila na comarca de Castelo Branco; em 1881 ficava anexa a Idanha-a-Nova; em 1821 tornava-se sede de um pequeno concelho, extinto em 1836.
Intencionalmente, e ao longo dos séculos, pretendeu-se reorganizar todo o espaço urbano, revitalizando-o no domínio social, económico, político e cultural. Porém o seu percurso histórico, de desertificação, estava traçado.
Mantendo um recorte arquitectónico característico das aldeias da
Beira Baixa. O fenómeno da emigração tem marcado profundamente o quadro populacional do aglomerado. A actividade agrícola e pecuária, de sobrevivência, preenche a principal ocupação destas gentes beirãs.
... A. Côrte-Real.

Meio MIDE: O meio não está isento de riscos

Itinerário MIDE: Exige navegação fora do traçado

MIDE displacement: Muita superfície lisa