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PUENTE ROMANO DE ALCÁNTARA

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Registo: PR

Formas de viagem : A pé

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  • Óptima: verde
  • Media: amarela
  • Mala: vermelho

Distância Distância: 20,3 km

Altura máxima Altura máxima: 401,4 m

Altura mínima Altura mínima: 137,1 m

Inclinação positiva (ida) Inclinação positiva (ida): 420 m

Diferença negativa (volta) Diferença negativa (volta): 418,5 m

Tempo previsto Tempo previsto: 5 horas y 50 minutos

Rota Tipo Rota Tipo: Circular

Descrição:

Trata-se de um percurso circular como início e fim na Ponte Romana de Alcántara, passando pela Cantera, pelo menir do Cabezo, através de uma derivação de ida e volta, e pela localidade de Estorninos. É um trajecto que apresenta uma certa dificuldade, tanto pela sua extensão, como por alguns dos declives a superar, embora, excepto nalguns troços, se efectue por caminhos em bom estado.

Apresenta grandes atractivos paisagísticos e patrimoniais, principalmente o seu espectacular início e final na majestosa Ponte Romana de Alcántara, provavelmente a melhor conservada, destas características, no mundo inteiro. Também a visita ao menir do Cabezo, um das escassas manifestações deste tipo de monumentos megalíticos em toda a Extremadura e talvez o mais harmonioso nas suas formas; a passagem pela localidade de Estorninos, com a sua interessante igreja de Santiago; a vila próxima de Alcántara, Conjunto Histórico Artístico, e a canteira desta localidade, que oferece uma bonita zona de lazer e de banhos durante o Verão.

No que se refere a atractivos naturais, àqueles próprios, derivados da magnífica paisagem que oferece o grande rio Tejo, há que juntar alguns interesses ornitológicos e botânicos. Entre estes últimos, destaca-se a presença do belo lírio-amarelo-dos-montes (Iris lusitanica), um endemismo luso-extremenho que podemos observar com facilidade a meio e no final da Primavera, assim como orquídeas como Ophrys tenthredinifera ou Serapias língua. Em relação à fauna, destaca-se a presença do bufo-real (Bubo bubo) e é bastante fácil observar pequenas aves como o chasco-preto (Oenanthe leucura) ou a toutinegra-tomilheira (Sylvia conspicillata), grandes rapinas em vôo, e em concreto a canteira oferece boa possibilidade para admirar de relativamente perto abutres-do-Egipto (Neophron percnopterus), cegonhas pretas (Ciconia nigra), grifos (Gyps fulvus) e inclusive falcões-peregrinos (Falco peregrinus).

Meio MIDE: O meio não está isento de riscos

Itinerário MIDE: Sendas ou sinalização que indica a continuidade

MIDE displacement: Marcha por caminhos em ferradura